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segunda-feira, 10 de setembro de 2007

liberdade

























No vento
que leva pra longe todo meu pensamento.
Na lua
que faz a noite ser feita de azul,
no rio que te espelha e
guarda meus silêncios.
Dona,
me abre rosa em tua mão.
Nas páginas
que sempre abertas te exalaram.
Liberdade.
Desata-me, perto do rio que te margeia,
do vôo de aves, do ninho dos braços teus.
Liberte-me
deste convés, destas amarras, deste barco
que não é de ninguém.
No grito que dei hoje
desabou meu medo,
embora me sinta, ainda,
guardada em ti.

para voar e chegar à campo grande (MS)

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