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terça-feira, 26 de março de 2013

I BIENAL DO LIVRO VOLTA REDONDA



Um evento do Instituto Dagaz, Biblioteca Nacional doLivro, parceria com a Academia Voltarredondense de Letras. Em breve, a programação completa. Acompanhe também plo facebook do Instituto Dagaz.


Até o momento temos 16 municípios confirmados, amigos de quatro regiões do Brasil. Esta festa é um compromisso assumido com importantes nomes da Cultura de nossa cidade que estão se empenhando para que seja a primeira de muitas, o trabalho é árduo. Devido a adesão de muitas iniciativas estamos a busca de mais investidores. Empresários que queiram investir nesta proposta inovadora ligue para 24-33438172/Marcia Fernandes (Marketing Empresarial)







domingo, 24 de março de 2013

Borboletas

Borboletas são nossos sonhos coloridos, voando, voando, livres e alegres, lembrando-nos que vão estar sempre ao nosso redor.
Regina Vilarinhos

ABISMO



O mundo é feito de abismos. O maior deles deve ser este buraco entre o coração e o cérebro.
Regina Vilarinhos

quinta-feira, 14 de março de 2013

P O E S I A

P O E S I A 

Para a bendita, dita e escrita,
na alma, na voz e em mãos
de hora, de ontem e para os amanhãs,
torneadas em longas curvas
ou atada em retas infinitas,
fujona da mente, fluida nos sonhos,
ventando, voando, vociferando.
Dos músicos, dos fotógrafos, dos pintores,
dos arquitetos e domadores.
Uma Cora, outra Clarice,
mais uma Flor, de bela, 
uma Bandeira, uma Pessoa,
uma Andrade, uma Rasteira.
Todas em tantos, tudo encantos,
gloriosos e fidalgos
e cortesãs de cantigas.
Num barro, num oco, num panô.
Vinde em vinhos!
Vinde em ventos!
Vende-se versos!
Vivos com Vinícius 
e de ventre,
Vilarinhos.

Gratidão aos eternos anjos que voltaram a soprar em meus ouvidos. Feliz demais por escrever ....

domingo, 10 de março de 2013

Geografia


Guardar o sangue e limpar as bordas dos dedos
sobre o papel em branco.
Deixar o verso sujo, calar a poesia com lágrima.
Nada dói mais do que acostumar-se com a perda.
Sem perguntas mais, sem ferir mais.
Nos olhos, a rotina e um enorme cotidiano
pela frente. 
Dia sim e outro anão.
A insônia.
O calor.
A única fresta aberta.
Porque uma vez só faltaram as palavras e, desde então,
sobrou isso tudo.

regina vilarinhos

Da origem

Da origem

Eu sou desse mundo,
cidade
de um rio que volta,
rua retorno,
da escada em caracol,
do morro laranja,
no trajeto vai e volta
da palavra,
da ciranda verso
e da poesia
em volta.

regina vilarinhos
Salvar o dia 
cinza
com 
café.
Do seu humor
ranzinza
me despeço.
Tenho
fé.

regina vilarinhos

Maturidade

Maturidade

As pernas vão pesar para sempre mas, caminharei.
O café será amargo, mas beberei.

E terei sempre à mão um feijão à cozinhar,
um lápis para desenhar, um caderno para riscar.

Botões para coser, vinho pra derramar,
momentos para esquecer,
poesias para ler,
bolinhos para chover,
música para amar, amores para rir.

regina vilarinhos