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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Como o rio de Heráclito, eu não sou mais a mesma.
A correnteza que passa já provocou uma nova mulher. De que vale estar na vida sem crescer com ela e acreditar no grande final?
De tantos nascimentos, de tantos falecimentos, eu me renovei e ouço novas canções, amo novos amores, respiro um ar de crianças, refaço os laços de afeto.

Pra dançar mais e muito, como o sangue que bombeia e volta e vai de novo e volta. Nada em mim para, tudo é para sempre. O meu sorriso é a maior verdade.

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