sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Desfile de sempre
É na alma que encontramos o samba-enredo de nosso desfile diário pra vida. Ela, a alma, é a passista de nossa felicidade!
Regina Vilarinhos
imagem Sharon Menezes
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Olhos cheios d´água
Olhos cheios d´água
Esse jeito da gente olhar para o outro e querer que se enxergue as palavras.
E eu queria um dia dizer para todos palavras tão simples,
que não precisassem ser apagadas e reescritas,
pois todas as partes que me conhecem,
todas as partes que me prendem,
em cada um dos meus amigos,
são feitas de simplicidade.
De qualquer lugar onde pudessem me ver e ouvir,
saberiam que elas me anunciavam.
Meu primeiro ai, saindo da dor que não explico,
sobre a vontade que tenho de cuidar de cada um de meus amores.
Todo os meus "até logo" precisavam ser "não se vá".
Nenhum deles nunca couberam dentro de minha mão,
mas sempre estiveram lá.
Nem sempre me deram razão, mas sempre me acharam razoável.
De tudo o que soubesse dizer, nada poderia sair por completo antes de minha boca completar a fala.
O prato que servi, a comida que fiz, não tem sabor de ver que guardo nos meus olhos.
Ver foto de Elvis, ouvir mpb, assistir um filme de amor,
pensar nas melhores amigas, dormir com a filha,
tomar chopp, sorvete,
sentir o vento no rosto, fazer o café,
viajar em boa companhia
e lembrar de não esquecer a chuva no telhado,
me fazendo crer que estou em Passa Quatro.
Se fosse só saudade seria fácil explicar,
mas nem de amor é bom falar,
porque fica perdida a metafísica do jeito
mais que de ser poeta, mas de querer ser perfeito.
regina vilarinhos
Esse jeito da gente olhar para o outro e querer que se enxergue as palavras.
E eu queria um dia dizer para todos palavras tão simples,
que não precisassem ser apagadas e reescritas,
pois todas as partes que me conhecem,
todas as partes que me prendem,
em cada um dos meus amigos,
são feitas de simplicidade.
De qualquer lugar onde pudessem me ver e ouvir,
saberiam que elas me anunciavam.
Meu primeiro ai, saindo da dor que não explico,
sobre a vontade que tenho de cuidar de cada um de meus amores.
Todo os meus "até logo" precisavam ser "não se vá".
Nenhum deles nunca couberam dentro de minha mão,
mas sempre estiveram lá.
Nem sempre me deram razão, mas sempre me acharam razoável.
De tudo o que soubesse dizer, nada poderia sair por completo antes de minha boca completar a fala.
O prato que servi, a comida que fiz, não tem sabor de ver que guardo nos meus olhos.
Ver foto de Elvis, ouvir mpb, assistir um filme de amor,
pensar nas melhores amigas, dormir com a filha,
tomar chopp, sorvete,
sentir o vento no rosto, fazer o café,
viajar em boa companhia
e lembrar de não esquecer a chuva no telhado,
me fazendo crer que estou em Passa Quatro.
Se fosse só saudade seria fácil explicar,
mas nem de amor é bom falar,
porque fica perdida a metafísica do jeito
mais que de ser poeta, mas de querer ser perfeito.
regina vilarinhos
segunda-feira, 13 de junho de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Da polêmica - do Grobo - Do Mestre Affonso
A palavra de um mestre para nos elucidar sempre. Salve Affonso!
http://www.radiometropole.com.br/radio/?menu=WWxjNWVtUklTbWhZTWs1MllsZFdkV1JIUm5saFZ6Zzk=&id=VGxSRk1rOUJQVDA9
Ele e sua grande sabedoria.
regina vilarinhos
http://www.radiometropole.com.br/radio/?menu=WWxjNWVtUklTbWhZTWs1MllsZFdkV1JIUm5saFZ6Zzk=&id=VGxSRk1rOUJQVDA9
Ele e sua grande sabedoria.
regina vilarinhos
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Para Sergio Vaz
Cooperifa
Para causar tumulto,um poeta só não basta,
nem precisa ser muito culto, tampouco cineasta.
Quarta-feira, noite alta, festa de poetas Cooperifa,
qualquer um vira Califa, mandando versos na ribalta.
Irmãos de fé, confraria, gente diferenciada,
sem medo da academia e prontos pra qualquer parada.
regina vilarinhos
visitem www.colecionadordepedras1.blogspot.com
Para causar tumulto,um poeta só não basta,
nem precisa ser muito culto, tampouco cineasta.
Quarta-feira, noite alta, festa de poetas Cooperifa,
qualquer um vira Califa, mandando versos na ribalta.
Irmãos de fé, confraria, gente diferenciada,
sem medo da academia e prontos pra qualquer parada.
regina vilarinhos
visitem www.colecionadordepedras1.blogspot.com
sexta-feira, 6 de maio de 2011
sábado, 16 de abril de 2011
Perplexidade
PERPLEXIDADE
O que dói descompassadamente,
o que ondula e te transpassa
por toda a existência da noite,
por toda a permanência do vento,
de teu desalento
ninguém te salva.
Perdida a tua simplicidade, de onde sorrirás?
Perdida a tua sensibilidade, onde permanecerás?
Nessa labareda infinita no peito
sofre, descompassada, a mente.
E perdeste a árvore crescendo
perdeste o sol nascendo.
Do nome completo de crianças,
Do nome completo de algozes
Do nome e da essência completa de
Mães. Das mães, a mão ao piano.
Anoitecerá,
amanhecerá,
entardecerá;
por do sol será...
“Como o sol doura as casas dos réprobros!
Poderei odiá-los sem desfazer no sol?” Álvaro de Campos
regina vilarinhos
O que dói descompassadamente,
o que ondula e te transpassa
por toda a existência da noite,
por toda a permanência do vento,
de teu desalento
ninguém te salva.
Perdida a tua simplicidade, de onde sorrirás?
Perdida a tua sensibilidade, onde permanecerás?
Nessa labareda infinita no peito
sofre, descompassada, a mente.
E perdeste a árvore crescendo
perdeste o sol nascendo.
Do nome completo de crianças,
Do nome completo de algozes
Do nome e da essência completa de
Mães. Das mães, a mão ao piano.
Anoitecerá,
amanhecerá,
entardecerá;
por do sol será...
“Como o sol doura as casas dos réprobros!
Poderei odiá-los sem desfazer no sol?” Álvaro de Campos
regina vilarinhos
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"Tempo bom não volta mais saudade de outros tempo iguais." (Lilico) Tinha em torno de 14 anos. Eles tinham quase 18. Eram lindos, ...




