segunda-feira, 1 de abril de 2013
BIENAL DO LIVRO DE VOLTA REDONDA
32 ESCRITORES CONFIRMADOS
I BIENAL DO LIVRO DE VOLTA REDONDA E 05 LANÇAMENTOS, estaremos divulgando durante a semana obras e horários.
ACastel, Antônio Carlos Santinini, Baldomero de Oliveira, Célio Turino,
Cristiano Deveras, Djalma Augusto, Eliana Neri, Flávio Araújo, Frank Jones, Giovana Damasceno, Ilza Bastos Enes, Juliana Henriques, Junior Perim, Luan Nascimento, Luciano Furtado, Luzia Avellar, Mércia Christani, Nelita Ferreira, Regina Helena, Regina Vilarinhos, Rogéria Reis, Sara Bentes, Tarcisio Carvaliere, Thiago Cascabulho, Vittório Fulchignoni, Yolanda Soares + 06 escritores da AVR Academia Voltarredondense de Letras.
I BIENAL DO LIVRO DE VOLTA REDONDA E 05 LANÇAMENTOS, estaremos divulgando durante a semana obras e horários.
ACastel, Antônio Carlos Santinini, Baldomero de Oliveira, Célio Turino,
Cristiano Deveras, Djalma Augusto, Eliana Neri, Flávio Araújo, Frank Jones, Giovana Damasceno, Ilza Bastos Enes, Juliana Henriques, Junior Perim, Luan Nascimento, Luciano Furtado, Luzia Avellar, Mércia Christani, Nelita Ferreira, Regina Helena, Regina Vilarinhos, Rogéria Reis, Sara Bentes, Tarcisio Carvaliere, Thiago Cascabulho, Vittório Fulchignoni, Yolanda Soares + 06 escritores da AVR Academia Voltarredondense de Letras.
terça-feira, 26 de março de 2013
I BIENAL DO LIVRO VOLTA REDONDA
Um evento do Instituto Dagaz, Biblioteca Nacional doLivro, parceria com a Academia Voltarredondense de Letras. Em breve, a programação completa. Acompanhe também plo facebook do Instituto Dagaz.
Até o momento temos 16 municípios confirmados,
amigos de quatro regiões do Brasil. Esta festa é um compromisso
assumido com importantes nomes da Cultura de nossa cidade que estão se
empenhando para que seja a primeira de muitas, o trabalho é
árduo. Devido a adesão de muitas iniciativas estamos a busca de mais
investidores. Empresários que queiram investir nesta proposta inovadora
ligue para 24-33438172/Marcia Fernandes (Marketing Empresarial)
domingo, 24 de março de 2013
quinta-feira, 14 de março de 2013
P O E S I A
P O E S I A
Para a bendita, dita e escrita,
na alma, na voz e em mãos
de hora, de ontem e para os amanhãs,
torneadas em longas curvas
ou atada em retas infinitas,
fujona da mente, fluida nos sonhos,
ventando, voando, vociferando.
Dos músicos, dos fotógrafos, dos pintores,
dos arquitetos e domadores.
Uma Cora, outra Clarice,
mais uma Flor, de bela,
uma Bandeira, uma Pessoa,
uma Andrade, uma Rasteira.
Todas em tantos, tudo encantos,
gloriosos e fidalgos
e cortesãs de cantigas.
Num barro, num oco, num panô.
Vinde em vinhos!
Vinde em ventos!
Vende-se versos!
Vivos com Vinícius
e de ventre,
Vilarinhos.
Gratidão aos eternos anjos que voltaram a soprar em meus ouvidos. Feliz demais por escrever ....
Para a bendita, dita e escrita,
na alma, na voz e em mãos
de hora, de ontem e para os amanhãs,
torneadas em longas curvas
ou atada em retas infinitas,
fujona da mente, fluida nos sonhos,
ventando, voando, vociferando.
Dos músicos, dos fotógrafos, dos pintores,
dos arquitetos e domadores.
Uma Cora, outra Clarice,
mais uma Flor, de bela,
uma Bandeira, uma Pessoa,
uma Andrade, uma Rasteira.
Todas em tantos, tudo encantos,
gloriosos e fidalgos
e cortesãs de cantigas.
Num barro, num oco, num panô.
Vinde em vinhos!
Vinde em ventos!
Vende-se versos!
Vivos com Vinícius
e de ventre,
Vilarinhos.
Gratidão aos eternos anjos que voltaram a soprar em meus ouvidos. Feliz demais por escrever ....
domingo, 10 de março de 2013
Guardar o sangue e limpar as bordas dos dedos
sobre o papel em branco.
Deixar o verso sujo, calar a poesia com lágrima.
Nada dói mais do que acostumar-se com a perda.
Sem perguntas mais, sem ferir mais.
Nos olhos, a rotina e um enorme cotidiano
pela frente.
Dia sim e outro anão.
A insônia.
O calor.
A única fresta aberta.
Porque uma vez só faltaram as palavras e, desde então,
sobrou isso tudo.
regina vilarinhos
sobre o papel em branco.
Deixar o verso sujo, calar a poesia com lágrima.
Nada dói mais do que acostumar-se com a perda.
Sem perguntas mais, sem ferir mais.
Nos olhos, a rotina e um enorme cotidiano
pela frente.
Dia sim e outro anão.
A insônia.
O calor.
A única fresta aberta.
Porque uma vez só faltaram as palavras e, desde então,
sobrou isso tudo.
regina vilarinhos
Da origem
Da origem
Eu sou desse mundo,
cidade
de um rio que volta,
rua retorno,
da escada em caracol,
do morro laranja,
no trajeto vai e volta
da palavra,
da ciranda verso
e da poesia
em volta.
regina vilarinhos
Eu sou desse mundo,
cidade
de um rio que volta,
rua retorno,
da escada em caracol,
do morro laranja,
no trajeto vai e volta
da palavra,
da ciranda verso
e da poesia
em volta.
regina vilarinhos
Maturidade
Maturidade
As pernas vão pesar para sempre mas, caminharei.
O café será amargo, mas beberei.
E terei sempre à mão um feijão à cozinhar,
um lápis para desenhar, um caderno para riscar.
Botões para coser, vinho pra derramar,
momentos para esquecer,
poesias para ler,
bolinhos para chover,
música para amar, amores para rir.
regina vilarinhos
As pernas vão pesar para sempre mas, caminharei.
O café será amargo, mas beberei.
E terei sempre à mão um feijão à cozinhar,
um lápis para desenhar, um caderno para riscar.
Botões para coser, vinho pra derramar,
momentos para esquecer,
poesias para ler,
bolinhos para chover,
música para amar, amores para rir.
regina vilarinhos
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